Quando surge um nó, desaparece uma fragilidade. Ou então algo deixa de estar rompido ou se emaranha. Esta era uma assertiva até há pouco tempo, irrefutável. Quem discordaria que foi unindo esforços que a humanidade se construiu enquanto ser coletivo? Mas hoje, frente aos desafios de uma pandemia, os valores destes nós são repensados. A solução imediata que se afigura é o recolhimento e o desfazer dos laços, colocando em suspenso os pressupostos de como e em que base reconstruir novas conexões.

 

O I Congresso Internacional Nós dá início a um convite interdisciplinar, construído a partir de temas que permitem várias aproximações relacionadas a manifestações e práticas culturais, como a Antropologia, Arquitetura e Urbanismo, Geografia, Turismo, Filosofia, Psicologia, Artes, afeito à amplitude das trocas possíveis quando a rede de nós se forma através de outros canais - a literatura, o cinema, a música, o teatro e as mídias digitais – e questionando-se sobre os novos paradigmas que afloram quando o mundo se conecta sem o deslocamento físico. Ele convoca pesquisadores, nesta sua primeira edição, a refletir sobre um afluxo de experiências bastante especial: os patrimônios em silêncio

 

programação.

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apresentação.

 
 

programação.

palestras.

Diversas também são as vozes que se articulam sobre o patrimônio. Elas falam, sussurram, gritam, calam ou silenciam. Entram em conflito ou se alinham em discursos hegemônicos. Dialogam ou buscam criar monopólios, fazendo com que os silêncios e as pausas sejam evocados nas lacunas de enunciados em alarido. 
Nosso evento contará com palestrantes que passeiam por entre paisagens e patrimônios, portanto por estados de tempos e espaços, observando-os em diversas escalas e possiblidades de compreensão.

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chamadas.

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Diversas são as vozes que se articulam sobre o patrimônio. Elas falam, sussurram, gritam, ou calam, ou silenciam. Entram em conflito ou se alinham em discursos hegemônicos. Dialogam ou buscam criar monopólios. Nesse sentido, os silêncios e as pausas são evocados nas lacunas dos enunciados ou mesmo no alarido diante dos bens culturais.

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São nós de interesse os patrimônios reconhecidos, mas também os esquecidos, e mesmo aqueles que ainda não se configuram como patrimônio nos discursos oficiais. Assim, os nós temáticos estão estruturados em:

Nó 1: O silêncio do patrimônio reconhecido

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Aborda as expressões do patrimônio, na dimensão da cidade, da paisagem, dos bens isolados e de práticas culturais, que alcançaram o reconhecimento oficial através do tombamento ou do registro, mas que passam por algum processo de silenciamento, desde ocaso físico (abandono, ruína, demolição), usos interrompidos, até práticas fragilizadas no presente pela ausência de repercussão comunitária, pela colisão com a defesa do meio ambiente ou com os processos velozes da contemporaneidade.

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Nó 2: O silêncio entre vozes em diálogo

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A condição de silêncio possibilita ouvir o outro. Abrange narrativas sobre: um lugar de fala; a diversidade de discursos em confluência ou em conflito sobre um mesmo bem; as reapropriações e as ressignificações do patrimônio. Aborda também as práticas que se dão através das interfaces promovidas por diferentes universos, como o da arte (literatura, cinema, música, dança) e o das redes digitais.

Nó 3: O silêncio como esquecimento e mordaça

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Diz respeito a legados e manifestações marcadas por cicatrizes que se relacionam com traumas e opressão, e seus complexos processos de lembrança e esquecimento. Busca promover discussões que tangenciem, dentre outros, o tema da dissipação da memória do passado para fazer cessar uma dor, mas, também, em outra mão, para fazer calar a dor do outro e não reconhecer ou reparar o erro. Além disso, aborda temas que, do presente - vozes e manifestações vivas que persistem em vir das margens, das periferias, das minorias e dos oprimidos - são negligenciados no fazer-se ouvir ou que sofrem tentativas diretas de se verem silenciadas. Como exemplo citam-se os contextos relacionados a desastres naturais, crimes ambientais, acidentes e marcas oriundas de guerras e de exploração humana, episódios de repressão religiosa e cultural, entre outros. E o nosso próprio barulho, incomodando o calar da terra, o ritmo da natureza, a calma da atmosfera, como se tem visto abordar nos últimos meses. 

Nó 4: O silêncio dos silentes, dos mistérios

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Coloca-se aberto ao patrimônio e à introspecção, mas também às manifestações culturais que aludem ao imaginário, ao fantástico, ao sagrado. Pode se referir à lacuna que abriga o silêncio: a pausa, o esquecimento e o ocultamento que escapam, intencionalmente ou não, dos processos de representação. Abrange discussões que envolvem lendas, ritos, religiosidade, àquilo que tende à impenetrabilidade institucional. Aborda também o patrimônio na dimensão da imagem e das sensorialidades; além daquela que pressupõe deciframentos, como os processos de compreensão das pinturas rupestres, da atribuição de autorias, dentre outros. 

Nó cego

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Outros silêncios...

...aqueles que não se fazem presentes nos nós anteriores.

PROPONHA-NOS SUA VISÃO DE SILÊNCIO!

 
 
 
 
 

teias.

Inseridas na programação do evento Nós, estão as Teias, que funcionarão como rodas de conversa. Aqui, os fios de determinadas experiências tecem formas de aproximação e reconhecimento com distintas expressões dos silêncios, tornando um processo prático de trocas e construção do conhecimento.

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grupos de trabalho.

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GT 1 - RESISTENTES

UMA ROSA NUNCA MAIS DESABROCHOU: O machismo invisível que no chão do sertão dorme.

Autora: Aurora Almeida de Miranda Leão

Lutas e resistências no território de identidade Baixo Sul/BA: (re)descobrimentos.

Erivan de Jesus Santos Junior, Marta Raquel da Silva Alves

Efeitos da covid-19 em áreas de habitação de interesse social no interior do Brasil.

Clivson Ruan Macedo de Souza, Paula Gabrielle Luz Oliveira, Débora de Barros Cavalcanti Fonseca

TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA: redes contra a pobreza, o esquecimento e o silêncio.

Débora de Barros Cavalcanti Fonseca, Gustavo Almeida Matos, Jéssica Muniz Costa

MULHER, FIQUE EM CASA: o espaço doméstico em tempos de Covid-19.

Mariana Rocha Silva, Andresa dos Santos Oliveira, Matheus dos Santos, Pedrianne Barbosa de Souza Dantas

UM CANTO DE GUERRA: a luta pelo direito de apropriação do espaço na Comunidade Recanto da Paz, Aracaju/SE.

Andresa dos Santos Oliveira, Annare Reis Almeida, Lygia Nunes Carvalho, Matheus dos Santos

GT 2 - Entre-linhas: imaterialidades e silenciamentos

FAROFA DE IÇÁ COMO PROPOSTA DE BEM IMATERIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Karla Aparecida Albuquerque Dos Santos, Fabíola Ventura Traficante, Thais Cristina Silva de Souza

RITUAL E ENCRUZILHADA: a Encomendação das Almas, o teatro e a cidade de São João del-Rei.

Flora Cunha Lucena, Claudio Guilarduci

O GUERREIRO ALAGOANO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL: um auto de resistência?

Catarina Maria Machado Muniz, Carlos Eduardo de Santa Rita Fonseca

FEIRA DE ARAPIRACA: REFERÊNCIA PARA QUEM?

Juliana Michaello Macêdo Dias, Camila Gonzaga de Oliveira

A Paisagem dos lugares de memória do Recife encantado/mal-assombrado: uma abordagem sobre os bairros de Santo Antônio e São José dos séculos XIX e XX.

Onilda Gomes Bezerra, Felipe Moura Hemetério Araújo, Tomás de Albuquerque Lapa, Célio Henrique Rocha Moura

FOLIA DE REIS, UM NÓ ENTRE O RURAL E O URBANO.

Lucas Silva Pamio

ENTRE VÉUS E RODOPIOS: olhares profusos a partir do folguedo Mané do Rosário.

Arlindo da Silva Cardoso, Karina Mendonça Tenório de Magalhães Oliveira, Paula Louise Fernandes Silva

GT 3 - Vozes silenciadas das cidades

O silêncio dos vazios urbanos: um ensaio de ressignificação das vacâncias urbanas na poligonal de tombamento do IPHAN em João Pessoa – PB.

Yanna Karla Garcia Silva

OS ECOS DE UM SILÊNCIO: o patrimônio cultural de Antônio Prado/RS e a (in)compreensão do seu valor.

Nauana da Costa Reginato, Dirceu Piccinato Junior

SILÊNCIOS E FORMAS DE NARRAR A ESCRAVIDÃO NO CENTRO HISTÓRICO DO PENEDO, ALAGOAS.

Luana Teixeira

Silente patrimônio

Luciano Mouassab Chalita

ESCREVER NO SILÊNCIO: Os bairros de Jaraguá e Centro como cenário da pixação em Maceió.

Maria Victória Silvestre de Souza Bezerra

O SILÊNCIO DO PATRIMÔNIO RECONHECIDO EM RIBEIRÃO PRETO-SP E AS INICIATIVAS PARA DAR-LHE VOZ NOVAMENTE POR MEIO DE SUA REINSERÇÃO NA DINÂMICA URBANA.

Flávia Fernanda Segismundo Vilas Boas

As vozes da comunidade e os silenciamentos no trato com o patrimônio de Patrocínio Paulista.

Beatriz Alves Goulart Rocha, Claudia dos Reis e Cunha

GT 4 - Vagalumes: entre lembranças, lutas e esquecimentos

PATRIMONIOLOGIA: identidade como tática de existência no território.

Helena Tuler Creston

ENTRE A LONA E A LIDA: o circo é patrimônio do Brasil.

Camila Gonzaga de Oliveira, Helga Soares da Silveira Guedes

Do Xangô Rezado Baixo ao Xangô Rezado Alto: entre silêncios, silenciamentos, resistências.

Carlos Eduardo de Santa Rita Fonseca

A Luta e a Identidade de uma Favela Carioca: o Vidigal e suas Manifestações Culturais.

Thayna Furtunato

LOS CUMBES VENEZOLANOS: LA EMERGENCIA DE LA REPARACIÓN DE LA MEMORIA ANTE EL SILENCIO.

Juan Piñango

INVESTIGANDO AUSÊNCIAS: (des) caminhos dos espaços da memória negra na cidade de Maceió-AL.

Fabio Henrique Sales Nogueira, Thalita Carla de Lima Melo

GT 5 - Linhas e Ruínas. Memória e Esquecimento do Patrimônio Industrial

ARQUITETURA E PRESERVAÇÃO: estudo de caso sobre o estado atual da Estação Ferroviária Nova de Campina Grande-PB.

Anderson Khallyl Farias Gomes, Juliana Leite Evangelista Pimentel, Juscelino de Farias Maribondo

OS ESPAÇOS DE OBSOLECÊNCIA E INDIFERENÇA: a questão dos antigos espaços ferroviários na configuração das áreas centrais e de esquecimento social.

Arkana Kelly Silva Costa, Ricardo Alexandre da Silva

Silêncio sobre a ferrovia: a estrada de ferro do Porto do Rio Grande.

Gladis Rejane Moran Ferreira, Carla Rodrigues Gastaud

RUÍNAS DA INDÚSTRIA E DA MEMÓRIA: ensaio entre “abandonados” e “apagamentos”.

Douver dos Santos Cruz

Patrimônio Industrial: uma proposta de retrofit para o Moinho Matarazzo e a Tecelagem Mariângela.

Carolina Borges Lisbão, Thais Cristina Silva de Souza, Mariana Cicuto Barros

PATRIMÔNIO INDUSTRIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: o silêncio da Companhia Antarctica.

Thais Cristina Silva de Souza e Vânia Cristina Feitosa

GT 6 - Paisagens Silenciadas

O Muro entre a cidade dos vivos e a cidade dos mortos.

Guilherme Lucio dos Santos, Joseane Pivetta

PAISAGEM SILENCIADA: Memória, História e Paisagem na Leitura da Orla do Educandos.

Calina Ramos de Brito Souto, Tatiana de Lima Pedrosa Santos

O SILÊNCIO DA PAISAGEM URBANA TRANSMUTADA DE BAURU/SP.

Maria Fernanda Serrano Sartori, Fernanda Moço Foloni, Norma Regina Truppel Constantino

O cotidiano ‘periférico’, e o redesenho da paisagem urbana padronizada.

Rochelle Silveira Lima, Rafael Carvalho Fernandes Pereira

OS DONOS DO POSTE, OS DONOS DO PODER: usos e disputas na paisagem urbana em São João del-Rei - MG.

Alfredo Nava Sánchez, Liziane Peres Mangili, Maria Clara Oliveira Santos, Mariana Chaves Monti Souza

Um Estudo sobre Silenciamentos Patrimoniais em Maceió/AL.

Patricia Soares Vieira, Camila Gonzaga de Oliveira, Bianca Machado Muniz, Laís Pessoa Máximo

GT 7 - Patrimônio-Brasil: Análises e intervenções no patrimônio em silêncio

O SILÊNCIO NAS OBRAS MODESTAS INSERIDAS EM APAC.

Cristina de Camargo Barroso

RUA LOPES CHAVES: Projeto de Restauro e Ampliação do Museu Casa Mário de Andrade.

Gabriel Borges Monteiro, Thaís Cristina Silva de Souza

PROCESSOS DE INTERVENÇÕES EM CENTROS HISTÓRICOS: Um estudo de caso do Beco da Lama, Natal/RN.

Wirenilza do Nascimento Lima

Casarão do Visconde de São Lourenço, o processo de silenciamento e os impasses de uma futura intervenção.

Patrícia de Rezende Bragança Ferreira, Rosina Trevisan M. Ribeiro

O SILÊNCIO TEÓRICO NAS PRÁTICAS DE RESTAURAÇÃO: a intervenção nas ruínas do Teatro São Pedro em Laranjeiras.

Thamires Caroline Leonel de Almeida

GT 8 - Paisagens entrelaçadas

“Isso já era para ter acontecido há muito tempo...”: silêncios e infâmias de uma morte urbana anunciada.

Lazaro Batista, Leonardo Evangelista de Nardin

APAGADOS DA PAISAGEM: um estudo sobre arquitetura cemiterial e hospitalidade.

Leonardo Oliveira Silva

CIDADE-MONTAGEM: Uma reflexão metodológica sobre uma rede de significações possíveis.

Larissa Ferraz Rios, Milton Luz da Conceição

A PERCEPÇÃO DA QUADRATURA NA LIDA COTIDIANA.

Marilene de Medeiros Aduque, Margarete de Medeiros Aduque

PARADOXOS DA SEPARAÇÃO: emaranhamentos como alternativa.

Christian Bertrand Oliveira Conce Rocha

O SER QUE SE DESENHA NO ESPAÇO.

Mateus Espínola de Carvalho Maia

GT 9 - Oportunidades e conflitos do turismo no contexto patrimonial

O “PORTO NOVO” E A INVISIBILIDADE DA PAISAGEM PORTUÁRIA RECIFENSE.

Clara Torres Peres

O SILÊNCIO DA SERRA E O TURISMO CRIATIVO EM UNIÃO DOS PALMARES, ALAGOAS.

Mariana Magalhães Cavalcante, Débora de Barros Cavalcanti Fonseca

LITERATURA, TURISMO E CULTURA: UM NÓ PRIMORDIAL PARA GARANTIA DE ACESSO AO DIREITO À LITERATURA.

Rosária Cristina Costa Ribeiro, José Felipe da Silva

PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE E AS REDES DE NÓS CEGOS: a indústria do turismo, gentrificação e turismos alternativos.

Pasqualino Romano Magnavita, Helena Tuler Creston

PATRIMÔNIO E CONSTRUÇÃO DA PAISAGEM: perceção do sujeito turista sobre a cidade de Inhambane em Moçambique.

Pelágio Julião Maxlhaieie, Antônio Carlos Castrogiovanni

GT 10 - ATRAVÉS DA IMAGEM

A (DES)CONSTRUÇÃO DO CARTÃO POSTAL: Maceió, o bairro da Ponta Verde e os marcos referenciais da sua imagem.

Igor Sousa Peixoto

Caminhos possíveis: imagem negra, trabalho e paisagem urbana.

Thalia Santos Silva, Gabriela Leandro Pereira

Cercamentos e horizontes : Ampliando imagens de paisagem, patrimônio e silêncio.

Luciano Gutierres Pessoa

(RE) definindo percursos patrimoniais em linguagem infográfica.

Fernanda Barbosa da Silva Farias, Roseline Vanessa Santos Oliveira

O RESGATE E O (RE)CONHECIMENTO DA IMAGEM DA ANTIGA MATRIZ DE VITÓRIA POR MEIO DE SUA RECONSTRUÇÃO DIGITAL 3D.

Joana Segatto Scabelo, Jarryer Andrade de Martino

GT 11 - Percepções e paisagens

O lugar como elemento de reconhecimento e preservação da praça da mandioca em Cuiabá.

Melissa de Araujo Sousa, Thais Soares Cavalcante Costa

As nuances de iluminação em uma praça histórica francesa.

Vivian Dall'Igna Ecker

O chafariz dos contos em Ouro Preto, MG, Brasil: do essencial (1760-1900) ao decorativo (1950-2021).

Raíssa de Keller e Costa, Myriam Bahia Lopes

Praça Dom Pedro II: um percurso da paisagem do berço de Maceió.

Anna Letícia Castro Diégues de Arecippo, Bianca Machado Muniz

Unidade e desolação de um jardim patrimônio de Burle Marx no Recife: a Praça Ministro Salgado Filho.

Wilson de Barros Feitosa Júnior, Pollyana Martins da Silva, Ana Rita Sá Carneiro, Joelmir Marques da Silva

Coreto Art Déco em Goiânia.

Marília Mota Rezende, Eline Maria Mora Pereira Caixeta

 

GT 12 - Paisagem e Gestão do Patrimônio Cultural: Desafios

PROCESSOS E IMPLICAÇÕES DE POLÍTICAS DE REABILITAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS NAS CIDADES LATINOAMERICANAS E DO CARIBE.

Edilson da Silva Porto Neto, Wagner Vinicius Amorim

INVENTÁRIO URBANO E LEGISLAÇÃO URBANÍSTICA EM GOIÂNIA-GO: possibilidades de salvaguarda das paisagens culturais de uma cidade nova.

Sandra Catharinne Pantaleão Resende, Arthur Henrique Araújo Vieira

VAZIO LEGAL – REFLEXÕES SOBRE A GESTÃO DOS ESPAÇOS PATRIMONIALIZADOS NO CENTRO TOMBADO DE GOIÂNIA-GO.

Arthur Henrique Araujo Vieira

MUITO MAIS QUE UM CENÁRIO: UMA DISCUSSÃO SOBRE A PAISAGEM CULTURAL E AS FORMAS DE PRESERVAÇÃO DA PAISAGEM NATALENSE.

Natália Melchuna Madruga, Paulo José Lisboa Nobre

PATRIMONIALIZAÇÃO DE PAISAGENS PRODUTIVAS NA UNESCO E NO IPHAN: uma trajetória e seus efeitos nas políticas patrimoniais.

Luciana de Castro Neves Costa, Juliane Conceição Primon Serres

RENATO SOEIRO E O IPHAN: uma trajetória silenciada.

Carolina Martins Saporetti

PAISAGEM CULTURAL BRASILEIRA: o silêncio na perspectiva de revisão da chancela.

Márcio Zanella, Aline Montagna da Silveira, Ana Lúcia Costa de Oliveira, Natália Naoumova

GT 13 - Modos de Ocupar e Paisagens Construídas

DESDOBRAMENTOS DO PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL NACIONAL: uma análise sobre o cotidiano vivido no Albergue do Voluntariado - São Luís (MA).

Maria Cecília Machado Faustino, Maria de Fátima Guimarães, Maria Cristina Rocha Simão, Cleonice Aparecida de Souza

A PATRIMONIALIZAÇÃO DA IMAGEM DO ‘OUTRO’ COMO FERRAMENTA DE VOZ.

Rafael Carvalho Fernandes Pereira, André Araújo Almeida

Garça Torta, Maceió: As vozes não ouvidas da Tradição.

Luiz Antonio Lopes Siqueira

O BURACO DA VÉIA: práticas cotidianas e ambiências na praia da Brasília Teimosa.

Ana Carolina Silva Cordeiro, Clara Torres Peres

DO RECÔNCAVO BAIANO AO BARRACÃO DO NÚCLEO DE ARTES AFRO-BRASILEIRAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO: os Encontros de Artes Afro-brasileiras: percorrendo políticas institucionais e vivências entre famílias.

Eliany Cristina Ortiz Funari

GT 14 - O diálogo traçando nós e quebrando silêncios

DO JARDIM À PAISAGEM (E VICE-VERSA).

Sergio Luiz Valente Tomasini, Lilian Maus Junqueira

A Paisagem em diálogo na conservação dos espaços naturais e a formação da identidade no território ribeirinho da Comunidade do Bode, Recife-PE.

Tomás de Albuquerque Lapa, Lahys Katarina de Barros Alves, Célio Henrique Rocha Moura, Julieta Maria de Vasconcelos Leite

Patrimônio Natural e os conflitos da gestão: divergências e convergências entre os atores sobre a Mata do Engenho Uchôa, Recife-PE.

Célio Henrique Rocha Moura, Dra. Onilda Gomes Bezerra, Dr. Tomás de Albuquerque Lapa, Elisa Soares de Melo

Ruínas em simbiose com a natureza: o caso da Ermida e do Forte da Prainha Branca, Guarujá, SP.

Laís Hanson Alberto Lima, Fabiola do Valle Zonno

MONTE BELO DO SUL – PATRIMÔNIO SILENCIOSO REVELADO NO ALTO DA COLINA.

Francine Neumann, Margit Arnold Fensterseifer

QUINTAIS AGROFLORESTAIS: Raízes invisíveis na hinterlândia amazônica.

Silas Garcia Aquino de Sousa, Maria Isabel de Araújo

GT 15 - Entre silêncios, interrupções, ruínas... Memórias do sagrado resistem

DO USO INTERROMPIDO ÀS PRÁTICAS FRAGILIZADAS: o silenciamento das formas simbólicas espaciais judaicas na urbe nilopolitana (RJ).

Enderson Alceu Alves Albuquerque, Miguel Angelo Campos Ribeiro

O SILÊNCIO DA ALMA VERDE DOS CONVENTOS FRANCISCANOS: um estudo histórico e cartográfico das casas de Lima, Peru e Salvador, Brasil.

Katherine Edith Quevedo Arestegui, Maria Angélica da Silva

CORPOS SEQUELADOS E NUS: os Santos de Vestir, do protagonismo sacro à performance no museu.

Ana Cláudia Vasconcellos Magalhaes, Maria Angélica da Silva

“O POVO NA RUA, Ô PADRE A CULPA É SUA!”: conflitos em torno da festa de Nosso Senhor dos Passos (Lençóis, Bahia).

Liziane Peres Mangili

GT 16 - O silêncio do patrimônio moderno

O SILÊNCIO DO ESPAÇO PÚBLICO: Sandoval Cajú e a Cidade Sorriso, Maceió-AL, 1961-1964.

Myllena Karla Santos Azevedo

A ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA PARA ALÉM DOS ARQUITETOS: AS RESIDÊNCIAS PROJETADAS POR NÃO ARQUITETOS NA CIDADE DE JOÃO PESSOA NOS ANOS 1960.

Surama Batista Vieira da Costa

O SILÊNCIO DO PATRIMÔNIO PROTEGIDO: uma avaliação do estado de conservação das seis UEPs de arquitetura moderna em Maceió-AL.

Tamires Aleixo Cassella, Letícia Brayner Ramalho

O SILÊNCIO DAS IMAGENS ESCULTÓRICAS PRESENTES NO PALÁCIO CAPANEMA NA MEMÓRIA COLETIVA.

Sandra Branco Soares, William Seba Mallmann Bittar

ESPAÇOS LIVRES PÚBLICOS NO BAIRRO MORADA DA SERRA EM CUIABÁ/MT: Nós (silenciados) de articulação de lugares e integração da diversidade.

Lucianna Oliveira e Souza, Doriane Azevedo

GT 17 - PSIU

SILÊNCIO E ESQUECIMENTO: a toponímia como possibilidade de pesquisa na paisagem no caso do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Gabriel Aires Peixoto de Lima

EM VÃOS.

Vladimir Bartalini

SUSSURROS DAS FRESTAS: a paisagem nos interstícios da cidade de São Paulo.

Arthur Simões Caetano Cabral

O TIETÊ COMO PATRIMÔNIO DO OESTE PAULISTA.

Gabriela Rosa Graviola, Norma Regina Truppel Constantino

O POVOADO DE VILA VELHA: UMA PAISAGEM DE HISTÓRIA E NATUREZA.

Isabelly Lima de Santana Sales, Jônatas Souza Medeiros da Silva, Onilda Gomes Bezerra, Pedro Henrique Valença Ferreira

Paisagem sonora do Parque Ecológico 'Claudino Frâncio" Sorriso - MT.

Cilene Leite de Mello, Taís Helena Palhares

 

GT 18 - (R)Existências artísticas e a paisagem urbana

O QUE NOS DIZEM OS SONS? Uma análise da paisagem sonora  no metrô do Rio de Janeiro.

Flora Kuri Milito

MACEIÓ DA COCÓ DA PESTE: a capital alagoana traduzida no movimento hip hop.

Suzany Mariha Ferreira Feitoza, Maria Victória Silvestre de Souza Bezerra, Igor Sousa Peixoto

ESPAÇOS INVISÍVEIS NA CIDADE DE UBERLÂNDIA: uma analogia entre a arte e urbanismo para leitura e identificação de lugares de grupos sem voz.

Denise Fernandes Geribello, Glauco de Paula Cocozza

O CORPO NEGRO EM DIÁSPORA COMO DEBATE DOS PATRIMÔNIOS PELOTENSES.

Naiane Ribeiro Rosa

PAISAGENS EM ESTADO DE PERFORMANCE: notas introdutórias a performatividade das paisagens psicossociais em Rubiane Maia.

Lindomberto Ferreira Alves

PAISAGENS SONORAS DE RESISTÊNCIA: o Rap na Bika e a ocupação da cidade.

Bruna Lúcia dos Santos, Liziane Peres Mangili, Maria Clara Oliveira Santos, Wilgner Henrique Thomaz

 

GT 19 - Poéticas da solidão

A POTÊNCIA DO "NÃO-SER" NAS PAISAGENS URBANAS NOTURNAS DOS FILMES ‘TODA UMA NOITE’ E ‘SÁBADO À NOITE’.

Guilherme Henrique Pereira Mariano, Fernando de Mendonça

NO PORTAL DA ETERNIDADE: um olhar sob o horizonte de Van Gogh.

Gabryelle Gois Lopes, Fernando de Mendonça

A PAISAGEM DE “UMA ESTRANHA PASSAGEM EM VENEZA”.

Maria de Lourdes Carneiro da Cunha Nóbrega, Carlos Eduardo Japiassú de Queiroz

ARQUITETURA PARA OS NOSSOS SENTIDOS E CINEMA PARA NOSSA IMAGINAÇÃO: O Centro Histórico de São Luís pela estética noir.

Larissa Bianca Anchieta, Rose Panet

SOLIDÃO E STIMMUNG. A PAISAGEM DE SOLITÁRIOS, DE WERTHER A ALBERTUS.

Esdras Arraes

O SILÊNCIO POR ENTRE AS FISSURAS: reimaginando o Centro Histórico de Salvador.

Vitória Maria Matos Rodrigues

GT 20 - Movimentos e corpos na cidade: presencial e virtual

CORPOS EM MOVIMENTO: (Re)tomada de narrativas negras através da apropriação do espaço no centro histórico de Cuiabá-MT.

Thais Soares Cavalcante Costa, Maria Bárbara Thame Guimarães

ORGANICIDADE: laboratório corpo-urbano.

Fayola Caucaia , Erivan de Jesus Santos Junior, Elaine Mirelly De Almeida Carvalho, Janayna Victória Araujo dos Santos Silva

NOTAS SOBRE CORPO E GÊNERO NAS ENCRUZILHADAS VIRTUAIS: entre silenciamentos, resistências e visibilidades.

Maurílio Mendonça de Avellar Gomes

ENTRE PLANTAS E PRAZERES: notas de uma paisagem sexual do Parque do Flamengo.

Bruno Amadei Machado, Gabriel Santiago Pedrotti

Covid-19 e maternidade: relatos sobre gravidez, parto e puerpério durante a pandemia no Distrito Federal.

Leila Saads, Lorrany Arcanjo, Júlia Bianchi

HISTÓRIAS DA SILENTE INFÂMIA DE DOIS CORPOS NA CIDADE.

Elton Silva Ribeiro, Lázaro Batista, Luis Antonio dos Santos Baptista

A FORÇA DA CULTURA POPULAR E A VALORIZAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL NO VIVENCIAR O TERRITÓRIO COM AS CRIANÇAS.

Jeane Costa Amaral, Lenira Haddad, Maria Assunção Folque

GT 21 - Lugar da memória: espaços, relatos e histórias

PATRIMÔNIOS SILENCIADOS E MAPEAMENTO PARTICIPATIVO EM PEQUENAS CIDADES: Uma experiência em Redenção e Acarape.

Regina Balbino da Silva, Eduardo Gomes Machado, Rafael Carvalho Fernandes Pereira

O PATRIMÔNIO ACHADO: a experiência dos inventários participativos em Ceilândia (DF).

Ana Carolina Lessa Dantas, Vinicius Prado Januzzi

MAPEAMENTO DE UMA HISTÓRIA SILENCIADA: Os engenhos de açúcar de Maceió.

Beatriz Cristina Correia de Sá, Ana Clara Guimarães Dias da Silva, Bianca Machado Muniz

A ARACAJU ECLÉTICA E SUAS FACHADAS APAGADAS DA HISTÓRIA.

Camila Rodrigues dos Santos

MARCA-TEXTO.

Sergio Augusto Medeiros

ENTRELAÇAMENTOS ARTÍSTICO-GEOGRÁFICOS: por uma geografia das histórias contadas.

Carlos Eduardo Cinelli Oliveira de Campos, Marcos Alberto Torres

GT 22 - PATRIMÔNIOS E MEMÓRIAS SOCIAIS: A BUSCA POR UMA NOVA NARRATIVA

PRESERVAÇÃO DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS ATRAVÉS DO USO: o caso do Museu Internacional de Arte Naif do Brasil e o bairro de Cosme Velho/RJ.

Clarissa de Paula Senna

PATRIMÔNIO,MEMÓRIA E SILÊNCIOS: O Palacete Santa Mafalda e a família Valle Amado em Juiz de Fora.

Mariana Cunha de Faria

OS MÚLTIPLOS USUÁRIOS DO ESPAÇO URBANO E AS AUSÊNCIAS EM NARRATIVAS PATRIMONIAIS DE PRÉDIOS HISTÓRICOS EM PORTO ALEGRE.

Nicolli Bueno Gautério, Renata Ovenhausen Albernaz

O VESTUÁRIO COMO PATRIMÔNIO FAMILIAR: a transmissão de objetos entre as gerações.

Laiana Pereira da Silveira, Francisca Ferreira Michelon, Frantieska Huszar Schneid

DISTRITO DE PASSO VELHO, NÓ HISTÓRICO DE LIGAÇÃO ENTRE TERRITÓRIOs.

Tainara Meneghel Dal Lago, Margit Arnold Fensterseifer

LARANJEIRAS/SE: reflexões sobre o patrimônio arquitetônico de uma “Cidade Monumento”.

Erica Andrade Modesto, Fernando José Ferreira Aguiar

GT 23 - Sujeitos, silêncios e ruínas

VOZES DE UMA CATÁSTROFE URBANA: o que moradores de bairros em subsidência em Maceió-AL têm a dizer.

Júlia Amorim Bulhões, Caroline Gonçalves dos Santos

DINÂMICA URBANA E PAISAGEM ESQUECIDA: estudo de caso do Parque Rodoviário de Teresina/PI.

Cassandra de Sousa Cunha, Raimundo Lenilde de Araújo

O ESTADO ANTE A SUBSIDÊNCIA DO SOLO EM BAIRROS DE MACEIÓ-AL: responsabilidades no passado, presente e futuro.

Caroline Gonçalves dos Santos, Inara Querino Mendonça, Leandro Ferreira Marques, Mariana Lima Lopes Lôbo

PATRIMÔNIO COM MORTE ANUNCIADA: o caso das Unidades Especiais de Preservação de Maceió localizadas na área de desastre ambiental dos bairros Mutange e Bebedouro, Maceió - AL.

Jamerson Martins, Rafaela Cristina dos Santos Carvalho

MACEIÓ: CIDADE FRATURADA, SUBMERSA, SILENCIADA.

Marina Milito de Medeiros, Maria Angélica da Silva

FORDLANDIA:  RUÍNA DO FUTURO.

Igor Gonçalves Queiroz, Ana Luiza Silva Freire

GT 24 - Vasculhando Memórias

A URBANIZAÇÃO NO SERTÃO CARIOCA DE JACAREPAGUÁ: contradições em torno da Casa da Fazenda do Engenho d'Água.

Gabriel Teixeira Barros, Ulisses da Silva Fernandes

CASAS DE FARINHA: A MEMÓRIA DOS SABERES POPULARES DAS COMUNIDADES RURAIS DE PINHÃO/SE.

Leiliane de Oliveira Silva

A DIMENSÃO SIMBÓLICA DO MORAR: discutindo a Teoria da Casa a partir das habitações da comunidade quilombola Volta do Campo Grande- PI.

Felipe Ibiapina, Lúcia Leitão, Lia Sabino

RUÍDOS E RASTROS DO SERTÃO: ANOTAÇÕES SOBRE OS NÓS ENTRE A CASA, O SERTANEJO E O LUGAR-SERTÃO À LUZ DO DESAMPARO DE FREUD.

JADSON EUGENIO DA SILVA, LÚCIA LEITÃO

BANGALÔS: Calados pelas mordaças do desconhecimento.

Karla Di Giacomo Dias Oliveira dos Santos

PAISAGEM SERTANEJA: um patrimônio esquecido do Nordeste brasileiro.

Mariana Santos da Trindade, Fernando José Ferreira Aguiar

apresentação cultural.

Tequilla Bomb é um trio de música eletrônica com influências em ritmos latino-americanos genuinamente alagoano. Formado em meados de 2011, o grupo começou com a ideia de um DUO com experimentação musical e utilização de instrumentos e efeitos sonoros ao vivo. Com as parcerias e vivências em shows integrou ao grupo o Rapper/Toaster alagoano Toninho ZS, inserindo letras com mensagens politizadas às composições do grupo.

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comitê científico.

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Fernanda Rechenberg, Professora Adjunta de Antropologia na UFAL, com mestrado e doutorado em Antropologia Social pela UFRGS, e graduação em Jornalismo também pela UFRGS.
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Fernanda possui experiência nas áreas de Antropologia e Fotografia, atuando principalmente em: antropologia visual e sonora, fotografia, museus e acervos, memória coletiva, antropologia urbana, meio ambiente e cotidiano.
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Foi diretora do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore entre os anos de 2014 e 2016. E é pesquisadora do Laboratório Antropologia Visual em Alagoas (AVAL) e do Laboratório da Cidade e do Contemporâneo (LACC), ambos da UFAL.

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Luiz Amorim, Professor Titular do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, atuando no Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo e no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano (MDU), onde coordena o Laboratório de Estudos Avançados em Arquitetura (lA2) e o Grupo de Pesquisa de Morfologia da Arquitetura e do Urbanismo.
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Desenvolveu estudos pós-doutorais no Instituto Superior Técnico de Lisboa (2017 2018). E é pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), onde foi membro titular do Comitê de Assessoramento de Arquitetura, Demografia, Geografia, Turismo e Planejamento Urbano e Regional (CA-SA) entre 2010 e 2013.
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E autor do livro "Obituário Arquitetônico: Pernambuco modernista", coautor de "Delfim Amorim-arquiteto", e co-organizador de "A casa nossa de cada dia" e "Cidades: urbanismo, patrimônio e sociedade".

Paola Berenstein, Professora titular da Faculdade de Arquitetura, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo e dos Programas de Pós-Graduação em Artes Visuais e em Dança da UFBA.
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Além de ser autora dos livros: Les favelas de Rio (Paris, lHarmattan, 2001); Estética da Ginga (Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2001); Esthétique des favelas (Paris, lHarmattan, 2003) e Elogio aos errantes (Salvador, Edufba, 2012); co-autora de Maré, vida na favela (Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2002) ; organizadora de Apologia da deriva (Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2003), Corps et décors urbains (Paris, lHarmattan, 2006), Corpos e cenários urbanos (Salvador, Edufba, 2006), Corpocidade: debates, ações e articulações (Salvador, Edufba, 2010), Corpocidade: gestos urbanos (Salvador, Edufba, 2017), Nebulosas do Pensamento Urbanístico - modos de pensar (tomo 1, Salvador, Edufba, 2018), e Nebulosas do Pensamento Urbanístico - modos de fazer (tomo 2, Salvador, Edufba, 2019), e da coleção Experiências Metodológicas para compreensão da complexidade da cidade contemporânea (4 tomos, Salvador, Edufba, 2015).

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Juliana Michaello, Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFAL.
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Juliana possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Alagoas, Mestrado em Dinâmicas do Espaço Habitado pelo DEHA/UFAL e Doutorado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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Organizadora do livro “Letras projetadas sobre fundo em movimento: palavras que dizem cinema” (2014). Diretora de arte dos documentários etnográficos: "A Lapinha de Dudé" , "A saga do menino Canta", "Cavalhadas de Alagoas" e "Carreadas" e da série Cadernos de Viagem: Índia, Austrália, Nova Zelândia, Leste Europeu, Turquia e Nepal. Atuando nas seguintes linhas de pesquisa: Cultura, Identidade e Imagem; Identidade, território e poder; Metodologia de mapeamentos culturais e Políticas públicas da cultura.

Luis Antonio dos Santos Baptista, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade Federal Fluminense e do programa de pós-graduação em psicologia da Universidade Federal do Espírito Santo.
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Luis é Graduado em Psicologia pela Universidade Gama Filho, possui mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutorado em Psicologia Escolar pela Universidade de São Paulo, Pós-doutorado na Faculdade de Sociologia da Universidade de Roma "La Sapienza" (1995-1996), bolsista do CNPQ, e no Serviço de Saúde Mental de Imola, Italia (1996-1997), bolsista CAPES.
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Autor, entre outras publicações, dos livros O Veludo, o Vidro e o Plástico. Desigualdade e Diversidade na Metrópole, 2 edição, EDUFF, 2012. A Fábrica de Interiores. A Formação Psi em Questão, EDUFF, 2000. A Cidade dos Sábios. Reflexões sobre a Dinâmica Social nas Grandes Cidades, Ed. Summus, 1999.

Elvira Barreto, Professora Efetiva Associada da Universidade Federal de Alagoas. Docente do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Serviço Social/Ufal, e Professora Colaboradora do Seminário Internacional de História Contemporânea do Direitos Humanos da Universidade de Salamanca.
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Elvira possui Doutorado em Jornalismo, pela Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) e Estudos Avançados em ciência da Comunicação e da Informação como bolsista Alban. Pós -Doutorado em Direitos Humanos - Universidad de Salamanca - USAL/Espanha (2017-2018). Tem experiência de pesquisa em saúde, educação e comunicação no âmbito de gênero, diversidade e direitos humanos, juventude e violência. Coordenação da pós-graduação lato sensu Gênero e Diversidade na Escola-2015/2016.
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Além de ser Líder do Grupo de pesquisa/CNPq - Gênero, Diversidade e Direitos Humanos, Integra a Vice-coordenação e pesquisa do Núcleo Temático Mulher e Cidadania/UFAL. É Diretora da Editora da Universidade Federal de Alagoas-EDUFAL(2019-2020), e foi Coordenadora Geral da 9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas(2019).

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Marcelo Tramontano, Professor Associado do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP, desde 1990, onde coordena o Nomads.usp - Núcleo de Estudos de Habitares Interativos. Professor e orientador do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo do IAU-USP nos níveis de Mestrado e Doutorado e supervisor de Pós-doutorado.
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Coordena projetos de pesquisa em políticas públicas na área da Cultura e Estudos Urbanos explorando o uso de meios digitais. Prioriza temas relacionados com o uso do filme documentário como meio de pesquisa; os habitares contemporâneos urbanos e sua história; arquitetura, parametrização e cultura digital; BIM e processos de projeto; informatização do quotidiano nas escalas do corpo [computação vestível], do objeto [mobiliário com mídias integradas], da edificação [o edifício como interface de comunicação] e da cidade [fragmentos urbanos informatizados], políticas culturais; design de mobiliário; plataformas online em processos decisórios participativos para intervenções urbanas.

Daniela Kabengele, Doutora em Antropologia pela UNICAMP (2012). Pesquisadora-Visitante na University of Texas at Austin, com Bolsa Fulbright (2010-2011). Foi Bolsista Ford-IFP (2007-2010). Mestre em Antropologia pela UNICAMP (2005). Eleita membro do Conselho Ético e Fiscal da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UNICAMP (2004). Participou do Programa de Formação de Quadros Profissionais do CEBRAP para mestrandos (2002/2003). Graduada em Ciências Sociais, Bacharel em Sociologia pela UNICAMP (1998).
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Além de ser antropóloga, é Docente do Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas do Centro Universitário Tiradentes UNIT AL. Pró-Reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão do Centro Universitário Tiradentes UNIT AL (2019). Coordenadora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão do Centro Universitário Tiradentes UNIT AL (2015-2018).

Margareth Pereira, Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-UFRJ(1978), graduação em Urbanismo pela Université de Paris VIII (1979), DEA em Etudes Urbaines (1984) e Doutorado (1988) pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1984).
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Margareth realizou seu pós-doutorado na França (no Institut dUrbanisme de Paris e na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales) e na Inglaterra ( no Centre for Urban History da University of Leicester) em 2004 e estágio senior em 2012 na ENGREF - França.
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Foi professora convidada do Instituto de Artes da UFRGS (1990), do Institut Français durbanisme (2002), do Institut durbanisme de Paris (2003), da FAU-PUCAMP, da Universidad Nacional de Colombia(2003) , da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (2003 e 2018) e vem realizando conferências em diversas instituições de ensino superior no Brasil e no exterior.
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Foi Coordenadora do Curso de Especialização em História da Arte e da arquitetura no Brasil da PUCRIO, Vice-decana do Centro de Letras e Artes da UFRJ e é professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo onde atua no Programa de Pós-graduação em Urbanismo - PROURB desde 1999 e do qual foi coordenadora entre 2013 e 2016.

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Adriana Guimarães, professora adjunta da Universidade Federal de Alagoas. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UFAL (1997), mestrado em Dinâmica do Espaço Habitado pela UFAL (2014) e doutorado pelo programa Cidades da UFAL (2019).
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Adriana atua na área de Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural, sobretudo nos seguintes temas: patrimônio cultural material e imaterial, projeto de restauração de monumentos e sítios históricos.
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Além disso, é membro do Grupo de Pesquisa em Representações do Lugar (RELU/UFAL), onde desenvolve pesquisas sobre patrimônio, memória e história da cidade e da arquitetura.

Maria Angelica da Silva, Professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestrado em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (1998), com bolsa sanduíche cursada na Architectural Association School (Londres). Realizou estágio de pós-doutoramento na Universidade de Évora em 2006, com bolsa Capes e 2009 com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi professora visitante na Universidade de Bolonha) em 2018/2019, com bolsa Capes.
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Coordena o Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem desde 1998. Em 2011, a bolsista Taciana Santiago, sob sua orientação, recebeu do CNPq o Prêmio Nacional Destaque do Ano na Iniciação Científica. No ano de 2015 recebeu a Comenda do Mérito da FAPEAL (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas).
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Além disso, foi avaliadora por duas vezes do Prêmio Capes de Teses, participou do Qualis Livros 2016 e da Comissão de Avaliação Quadrienal de Área da Capes em 2017. Foi bolsista de produtividade do CNPq de 1998 a 2019, quando, após vinte anos, não obteve a renovação, embora tenha tido a avaliação por mérito reconhecida.

Vitor Teixeira, Licenciado em História pela Faculdade de Artes na Universidade do Porto, Portugal (1991); Mestre em História Medieval pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal (1996); Doutor em História pela Faculdade de Artes da Universidade do Porto, Portugal (2004); Pós-Doutorado em Iconografia e Semiótica das Artes Visuais, na Università di Roma 1 “La Sapienza” (Facoltà di Lettere e Filosofia) em Roma, Itália (2013).
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Dentre os seus temas de interesse, estão: Iconografia e Iconologia; História do Império Português; História da Arte, Património e Cultura da Expansão Portuguesa; Avaliação e Taxação de Livros Raros e Antigos; Estudos Orientais e História da Religião e Cultura em Portugal e Império Português.
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Além disso, é autor de publicações de relevo, como: Dicionário Família Franciscana em Portugal (2015); O Movimento da Observância Franciscana em Portugal (1392- 1517). História, Património e Cultura de uma Experiência de Reforma Religiosa (2010); O Maravilhoso no Mundo Franciscano na Baixa Idade Média em Portugal (1999).

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Roseline Oliveira, Professora Associada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFAL e de seu Programa de Pós-Graduação. Arquiteta e Urbanista formada na Universidade Federal de Alagoas (Ufal-1999), Mestre (2002) e Doutora (2009) em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia/Universidade do Algarve, , tendo realizado estágio pós-doutoral junto à Universidade de Évora (2018). (Portugal).
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Roseline é Líder do Laboratório de Interpretação de Núcleos Habitados (LIN-A), o qual observa dinâmicas urbanas contemporâneas na dimensão de percursos cotidianos, visando a identificação de conflitos e revisão de conceitos, através do estudo e produção de registros arquivísticos, audiovisuais e arquiteturais. Além de ter sido vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem, o qual integrou por 20 anos.
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Atualmente, está como coordenadora do Programa de Pós-Graduação da Fau-Ufal. Foi professora efetiva do curso de Design do Ifal (2002-2008) onde atuou como vice coordenadora.

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Lindemberg Medeiros, Professor Associado I da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), lotado no Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDema). Atua nos programas de pós-graduação da Geografia e da Arquitetura e Urbanismo, ambos pertencentes a UFAL.
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Seus interesses de pesquisa estão relacionados a turismo, com ênfase nas suas relações com os seguintes temas: Destinos Turísticos, Cidades, Urbanização Turística, Território, Políticas Públicas, Desenvolvimento Sustentável.
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Lindemberg é líder do grupo de pesquisa Turismo, Espaço e Desenvolvimento (Ufal/CNPq). Criou e coordena o Laboratório de Território, Turismo e Desenvolvimento (LTTD). Tem como objetivos no âmbito do LTTD, realizar, coordenar e orientar pesquisas em uma perspectiva multidisciplinar, com o objetivo de gerar conhecimento pertinente aos temas de interesse acima relacionados, e formar recursos humanos em nível de graduação e pós-graduação, com base na interface entre Geografia, Turismo e Arquitetura e Urbanismo.

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Ana Cláudia Magalhães, Servidora federal no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, lotada na Coordenação Geral de Conservação, no DEPAM- Departamento do Patrimônio Material.
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Ana Cláudia possui graduação em História e em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade Federal de Alagoas; especialização em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto; especialização em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pela Universidade Federal de Minas Gerais; mestrado e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Alagoas, pelo DEHA/FAU/UFAL. Além de Integrar como colaboradora, o Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem ( FAU/UFAL).

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Ana Flávia Magalhães Pinto. Doutora e pós-doutora em História pela Unicamp (2014 e 2017), mestre em História pela UnB (2006); bacharel em Jornalismo pelo UniCEUB (2001); e licenciada em História pela Unip (2017).
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Ana Flávia é professora adjunta da área de Teoria e Metodologia do Ensino de História do Departamento de História da UnB. E desde a primeira graduação, desenvolve pesquisas articulando conhecimentos das áreas de História, Comunicação, Literatura e Educação, com ênfase em: atuação político-cultural de pensadores/as negros/as, imprensa negra, abolicionismos e experiências de liberdade e cidadania negras no período escravista e no pós-abolição no Brasil e em outros pontos da Diáspora Africana.
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Além disso, atualmente é coordenadora da Regional Centro-Oeste do GT Emancipações e Pós-Abolição da Anpuh (2017-2019).

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Gabriela Leandro Pereira. Professora Adjunta da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia e Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFBA.
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Gaia é Integrante do Grupo de Pesquisa Lugar Comum desde 2011 (Coordenação geral: Profª Ana Fernandes), no qual coordena o Grupo de Estudos Corpo, Discurso e Território (2017-).
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Além disso, possui doutorado e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (bolsista CNPQ 2007-2009/ CAPES 2011-2015; bolsista CAPES/ PDSE 2013-2014); e graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (2006).
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Tem como áreas de interesse e pesquisa a intersecção de temas vinculados ao urbanismo, planejamento urbano; direito à cidade; culturas urbanas; questões étnico-raciais, gênero e diversidade; diáspora africana; história da arquitetura, das cidades e do urbanismo; narrativas multimídias; artes visuais; política e democracia.

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Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1972), mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1999). Livre docente pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2018). Professor dos cursos de graduação e de pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde orienta alunos de mestrado e doutorado na Área de Concentração Paisagem e Ambiente. É membro fundador do Laboratório Paisagem, Arte e Cultura – LABPARC/ FAU-USP, o qual coordenou de 2002 a 2006, desenvolvendo estudos teóricos sobre paisagem e pesquisa sobre “Córregos Ocultos” . Tem experiência profissional em projetos e consultorias em Paisagismo, atuando principalmente em espaços livres, áreas verdes e parques públicos. Colabora com a Diretoria Científica da FAPESP emitindo pareceres sobre projetos de pesquisa enviados à Fundação.

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Josemary Ferrare, arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Alagoas (1978). Especialização em Restauração de Monumentos e Centros Históricos pelo Centro Studi per il Restauro dei Monumenti e Centri Storici / Collegio degli Ingegneri della Toscana / Florença (1986). Mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (1996) e Doutorado em Arquitetura / História do Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (2006). 
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Atualmente Josemary é Professora Titular da Universidade Federal de Alagoas. Aposentada e Professora Voluntária da UnIversidade Federal de Alagoas vinculada ao Programa de Pós graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFAL.. Atua na área de Preservação e Restauração do Patrimônio Histórico, sobretudo nos seguintes temas: preservação patrimonial urbana, identidade cultural, memória urbana, preservação de edifícios históricos e patrimônio imaterial.

Rodrigo Baeta, arquiteto, pela Escola de Arquitetura da UFMG, Especialista pelo Curso de Conservação e Restauração de Monumentos e Sítios Históricos (IX CECRE UFBA) e pelo Curso Ciudades y Viviendas de Iberoamérica, oferecido pelo Centro Nacional de Conservación, Restauración y Museología (CENCREM), La Habana, Cuba. 

Rodrigo é Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU UFBA), Área de Concentração em Conservação e Restauro, aprovado com distinção. Doutor pelo mesmo programa, Área de Concentração em Conservação e Restauro, aprovado com distinção e indicação para publicação - tese que recebeu Menção Honrosa pelo Prêmio CAPES de Tese, Edição 2012; fez Estágio de Doutoramento no Exterior junto ao Dipartamento di Storia dell’Architettura, Restauro e Conservazione dei Beni Architettonici da Università degli Studi di Roma, La Sapienza. 
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Atualmente ministra disciplinas nas áreas de História da Arte, História da Arquitetura e da Cidade, Conservação e Restauração do Patrimônio Edificado e Projeto de Arquitetura e Urbanismo, sendo Professor Associado I da Faculdade de Arquitetura da UFBA. É Professor do Mestrado Profissional em Conservação e Restauração de Monumentos e Núcleos Históricos (MP-CECRE UFBA), tendo sido o seu coordenador por 4 anos (2014 a 2018). É Professor do PPGAU UFBA e foi seu coordenador de agosto de 2018 a julho de 2020. 
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Também ompôs a Diretoria Executiva da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (ANPARQ), vindo a ser um dos três diretores da associação. Foi representante, para a FAUFBA e para o MP-CECRE UFBA, da Rede PHI (Patrimonio Histórico-Cultural Iberoamericano) - rede de pesquisa internacional sediada na Universidad Politécnica de Madrid. É membro do ICOMOS (International Council on Monuments and Sites) desde maio de 2015 e a partir de abril de 2018 passou a fazer parte de sua diretoria, como coordenador da Região Nordeste. Baeta é Pesquisador PQ CNPQ Nível 2.

Pedro Fidalgo, com licenciatura em arquitetura - área de Conservação e Reabilitação, pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Mestrado em “Sauvergarde du Patrimoine Bâti” (reabilitação, restauro e conservação), pelo “Département d’Architecture” da “Ecole Polytechnique Fédéral de Lausanne” e pela “Ecole d’ Architecture” da “Université de Genéve”. 
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Pedro é Mestre em Planeamento Regional e Urbano, da Universidade de Lisboa. Pós-Graduado em “Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente“ da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Doutor com a apresentação da tese “Elementos Visuales Determinantes del Paisaje Litoral - El potencial presente y endógeno en la confluencia del Tejo con el Atlántico”, pelo “Departamento de Urbanística y Ordenación del Territorio” da “Escuela Técnica Superior de Arquitectura” da “Universidad Politécnica de Madrid”.

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Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem

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Estuda recortes paisagísticos considerando seus elementos, dinâmicas, pessoas e temporalidades. Registrado no CNPq desde 1998, insere-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas e é um dos suportes do seu Programa de Pós-Graduação, composto de um curso de mestrado (em Dinâmicas do Espaço Habitado) e de doutorado (em Cidades), ambos reconhecidos pela CAPES em 2002 e 2012 respectivamente.

Nas investigações produzidas pelo Grupo, consideram-se os elementos materiais e intangíveis da cultura paisagística, tendo como ferramentas prioritárias a iconografia, os relatos de época e a observação sensorial e afetiva dos espaços. Viagens e registros de imagens, a captação de depoimentos e de sons, servem de base não só para a investigação mas são reformatados em produtos culturais.

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Laboratório de Criação Taba-êtê

O Laboratório de Criação Taba-êtê funciona como um desdobramento do Grupo voltado para o design de produtos. O nome, pequeno poema visual, significa “grande taba”, e era como os indígenas denominavam as cidades erigidas pelos colonizadores. As propostas gráficas e artísticas buscam transformar as ferramentas de trabalho de pesquisa científica do Grupo – viagens e imagens – em criações que visam a socialização do conhecimento. Aproximando corpo e mídias, dentre essas criações situam-se exposições de cunho interativo, objetos ludo-didáticos, livros, vídeos e instalações, cuja produção tem recebido o apoio do CNPq, Capes, Fapeal, Iphan, Banco do Nordeste do Brasil e Petrobrás.

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Saberes em movimento - Nós

As viagens iniciais do Grupo Estudos da Paisagem, percorrendo cidades, foram ao encontro, dentre outras coisas, de um elemento singular: o convento franciscano. 

Como seu inspirador, trata-se de uma arquitetura que se faz descalça, no contato com o mundo, com as pessoas, com a cidade, com a terra. Sendo múltiplo, é um ponto que se fecha em si chamando à convergência e ao recolhimento, mas que também se abre e se conecta em rede com outros quando os pés se colocam em caminho (“in via”). A figura de Francisco, atualizada para o presente surge como convite a nós conectores que buscam entrelaçar lugares, culturas e países diversos em torno de uma experiência de vida compromissada com os valores da simplicidade.

O núcleo Saberes em Movimento – Nós, encontra no espaço e na paisagem suas forças motrizes e pontos diferenciais de partida de interlocução, desde as parcerias acadêmicas até o contato com a sociedade nos seus mais diversos níveis de organização e diversidade. 

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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO
DINÂMICAS DO ESPAÇO HABITADO

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FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

organização.

COORDENAÇÃO GERAL

Maria Angélica da Silva (PPGAU FAU/UFAL)

COMITÊ ORGANIZADOR

Fábio Nogueira Sales Nogueira (UNIT/AL, doutorando FAU/UFAL)

 

Ana Karolina Barbosa Corado Carneiro (arquiteta e urbanista. mestranda PPGAU FAU/UFAL)

Arlindo Cardoso (designer. mestrando PPGAU FAU/UFAL

Dayse Luckwu Martins (docente Dau/UFPE. doutora MDU/UFPE)

Karina de Magalhães (mestranda, PPGAU FAU/UFAL)

Louise Cerqueira (docente da Faculdade Pitágoras, doutora PPGAU FAU/UFAL)

Marina Milito (docente IFAL, doutoranda PPGAU FAU/UFAL)

Suzany Marihá Ferreira Feitoza (designer. mestranda do PPGAU FAU/UFAL)

Taciana Santiago (doutoranda, PPGAU FAU/UFAL)

Tamires Aleixo Cassella (doutoranda do PPGAU FAU/UFAL)

Thalita Melo (docente UNIT, doutoranda PPGAU FAU/UFAL)

COMITÊ CIENTÍFICO

Adriana Guimarães (FAU/UFAL)

Ana Cláudia Vasconcellos Magalhães (IPHAN)

Ana Flávia Magalhães Pinto (História /UNB)

Daniela Carmo Kabengele (PPGAU Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas/ UNIT)

Elvira Simões Barretto (PPG Serviço Social/UFAL)

Fernanda Rechenberg (PPG Antropologia Social/UFAL)

Gabriela Leandro Pereira (PPGAU/UFBA)

Josemary Ferrare (PPGAU FAU/UFAL)

Juliana Michaello Macedo Dias (PPGAU FAU/UFAL)

Lindemberg Araújo (PPGAU FAU/UFAL)

Luiz Amorim (MBU/UFPE)

Luis Antonio dos Santos Baptista (PPG Psicologia/ UFF)

Marcelo Tramontano (IAU /USP)

Margareth Campos da Silva Pereira (PPGAU/UFRJ)

Maria Angélica da Silva (PPGAU FAU/UFAL)

Paola Berenstein Jacques (PPGAU/UFBA)

Pedro Fidalgo (Universidade Nova de Lisboa)

Rodrigo Espinha Baeta (PPGAU/UFBA)

Roseline Oliveira (PPGAU FAU/UFAL)

Vladmir Bartalini (PPGAU USP)

Vitor Rui Gomes Teixeira (Universidade Católica Portuguesa, Porto)

COMITÊ ARTE E DESIGN

Ana Karolina Barbosa Corado Carneiro (arquiteta e urbanista. mestranda PPGAU FAU/UFAL)

 

Arlindo Cardoso (designer. mestrando PPGAU FAU/UFAL

Fábio Nogueira Sales Nogueira (UNIT/AL, doutorando FAU/UFAL)

José Rudá Rodrigues Lopes (graduando FAU/UFAL)

Suzany Marihá Ferreira Feitoza (designer. mestranda do PPGAU FAU/UFAL)

Tamires Aleixo Cassella (doutoranda do PPGAU FAU/UFAL)

Thalita Melo (docente UNIT, doutoranda PPGAU FAU/UFAL)

COMITÊ DE LOGÍSTICA

Marina Milito (docente IFAL, doutoranda PPGAU FAU/UFAL)

Gibson Melo de Albuquerque (doutorando do PPGAU FAU/UFAL)

Karina de Magalhães (mestranda, PPGAU FAU/UFAL)

Katherine Arestegui (graduanda, FAU/UFAL)

Rafael Almeida (mestrando PPGAU FAU/UFAL)

COLABORADORES

Bianca Machado Muniz (docente UNIT, doutoranda PPGAU FAU/UFAL)

Camila Ferreira (graduanda, FAU/UFAL)

Jaianny Duarte (mestra, PPGAU FAU/UFAL)

Pedrianne Barbosa de Souza Dantas (docente UNIT/SE. doutora do PPGAU FAU/UFAL)

Reberth Almeida (mestre, PPGAU FAU/UFAL)

 

apoio.

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